Criando atalhos para os comandos mais usados do Rails
25/02/07
Se você usa Linux, pode aumentar um pouco mais sua produtividade ao desenvolver em Rails. Ao invés de ter que digitar os comandos com o caminho "script/[comando]", você pode criar atalhos editando o arquivo "~/.bash_aliases".
Basta abrir o arquivo mencionado e adicionar o conteúdo abaixo:
#rails
alias server="script/server"
alias rconsole="script/console"
alias rlog="tail -f ./log/development.log"
alias controller="script/generate controller"
alias model="script/generate model"
alias scaffold="script/generate scaffold"
alias migrate="rake migrate"
alias migration="script/generate migration"
Agora, basta digitar o comando diretamente, sem precisar colocar o "script/". Veja alguns exemplos:
#create project
rails demo
#create controller
controller say
#create model
model User
#create migration
migration add_goodbye_message
#start webrick
server
#read log
rlog
O mais legal de tudo é que você pode criar qualquer atalho, para qualquer coisa. ;)
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Pluralização no Rails e um pouco mais
05/02/07
Uma coisa muito comum entres as pessoas que estão começando a desenvolver em Ruby on Rails é desligar a pluralização, quase sempre para escrever os nomes dos modelos em português (codificar em português), onde as regras gramaticais são um pouco diferentes do inglês. E geralmente, isso é uma péssima idéia.
O Rails foi desenvolvido sob a máxima "Convention Over Configuration", que diz que é melhor seguir uma convenção que ter que realizar configurações para que seu aplicativo funcione. Quer usar em português? Sem problemas, mas você terá configurar as que mudar as regras de pluralização para funcionar com o português — como palavras terminas com "ção" — e se alguma regra não for satisfeita, terá que usar o set_table_name. Veja um exemplo que deixa ainda mais evidente, em termos de elegância:
@cliente = Cliente.find_by_nome "Nando Vieira"
Os "magic fields" como "created_at", "parent_id" e todos os outros terão que ser em inglês. Plugins como "acts_as_attachment", "acts_as_taggable" terão que ter os campos em inglês, a não ser que você queira modificá-los. Neste caso, boa sorte! ;)
E tem uma outra questão ligada a desenvolver códigos usando inglês ou não. Imagine que você fez um aplicativo super bacana, sucesso no mundo inteiro e uma empresinha chamada Google resolve comprar o seu projeto. Português??? Boa sorte… Pode parecer impossível, mas você simplesmente não sabe o que está por vir. E seguindo esta linha temos a parte de projetos Open Source.
Faça códigos em português e seu projeto está fadado à morte. Simples assim. Ele será usado se for muito bom e enquanto não surgir uma alternativa semelhante em inglês. Código em português só atraem colaboradores que falam português. O sentimento é o mesmo de quando você está procurando algum exemplo e cai em uma página em alemão, por exemplo. Você pode até olhar os códigos disponíveis na página, mas se uma dica estiver presente no meio do texto…
Você também abrirá portas para o mercado internacional. Hoje é muito fácil conseguir freelas no exterior. Basta ficar de olho em sites como o Programmer Meet Designer. São muito frequentes os trabalhos que podem ser realizados de qualquer lugar do mundo.
Um motivo forte para escrever em inglês? Torne seu código disponível para o mundo e abra-se para ele.
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Configurando sua aplicação em Rails na RailsPlayground
18/01/07
Para configurar sua aplicação feita em Ruby on Rails na RailsPlayground siga os passos abaixo.
- Copie seu aplicativo para o diretório "home" (o diretório raíz de sua conta) através do FTP. Neste exemplo, chamaremos de "myapp".
- Acesse sua conta através de SSH.
- Crie uma aplicação "test" para gerar os arquivos de configuração necessários. Depois, copie-os para o seu aplicativo.
$ ~ rails test $ ~ cp ~/test/public/dispatch.* ~/myapp/public $ ~ cp ~/test/public/.htaccess ~/myapp/public $ ~ rm -rf ~/test - Descomente a linha que especifica o ambiente da aplicação no arquivo "environment.rb":
ENV['RAILS_ENV'] ||= 'production' - Agora, basta apontar o diretório "public" de sua aplicação para o diretório que você gostaria de exibir. Supondo que você irá configurar no domínio principal, basta você criar um link simbólico para o diretório "public_html", que é o seu diretório root do servidor web:
$ ~ mv ~/public_html ~/public_html_backup $ ~ ln -s ~/myapp/public ~/public_html - Caso você precise configurar em um subdomínio, basta informar o caminho. Mas antes, não se esqueça de criá-lo no painel de controle. No nosso exemplo usaremos o subdomínio "myapp.example.com":
$ ~ mv ~/public_html/myapp ~/public_html/myapp_backup $ ~ ln -s ~/myapp/public ~/public_html/myapp - Certifique-se que as configurações do arquivo estão como 755:
$~ chmod -R 755 ~/myapp
Migrando seu banco de dados
Para que você consiga migrar seu banco de dados, configure o arquivo "database.yml" com as informações do banco de produção.
- No SSH, acesse o diretório de seu aplicativo e rode o comando "rake" especificando que o ambiente é de produção:
$ ~ cd ~/myapp $ ~ rake migrate RAILS_ENV="production"
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