Shit happens all the time!
19/11/07
Ontem teve o RejectConf, mas eu estava me sentindo muito mal e não pude aparecer. Pelo que pude ler sobre o evento, pareceu-me ter sido muito legal. Enfim, fica para a próxima.
Além disso, o Gustavo também não estava se sentindo bem (alergia respiratória). E como hoje ele ainda não tinha melhorado, fomos ao hospital. Depois de fazer inalação com uma solução de adrenalina (adrenalink) e esperar exatos 90 minutos — o remédio, no fim das contas, poderia piorar a coisa — fomos liberados!
E não é que, na hora de ir embora, ficamos presos no elevador?!? Mais quarenta minutos até nos tirarem de lá.



E para finalizar a noite, a chave do carro com alarme — meu amigo Cláudio nos levou — caiu no chão e não funcionava! Ele teve que retirar o fusível responsável pelo alarme para podermos ir embora. E esperamos mais uns 10 minutos com o alarme tocando até descobrir qual era o correspondente. Eu já sabia disso, mas shit happens all the time!
Nota: Acabamos de chegar do hospital
- Permalink
- Trackback
- Comentários (11)
- Ao som de: AC/DC – Highway to Hell
Qualquer semelhança é mera coincidência… ou não?
26/02/07
Hoje, estava lendo um post no blog Lucrando na Rede (blog que leio há algum tempo).
Neste post, ele recomenda um serviço de controle de gastos, semelhante ao Spesa. Me cadastrei para ver como era o tal serviço, já que poderia, de alguma forma, melhorar ainda mais o Spesa. Pude notar que é um serviço muito semelhante ao Spesa. Confira abaixo:
Termos de Uso
De fato que termos de uso são sempre muito semelhantes, mas tem um parágrafo que se destaca mais que os demais. Abaixo o texto publicado no Spesa:
O uso deste website/aplicativo é fornecido sem garantia, implícita ou expressa, quanto a erros, perda de informações ou qualquer outro evento causado por mau funcionamento. É de sua responsabilidade fazer o armazenamento das informações como cópia de restauração, caso ocorra algum eventual problema que impossibilite que a restauração seja feita por nossa equipe. Você assume total responsabilidade e risco pelo uso deste serviço.
E o texto publicado pelo Paguei:
O uso deste website/aplicativo é fornecido sem nenhuma garantia, implícita ou expressa, quanto a erros, perda de informações ou qualquer outro evento causado por mau funcionamento. É de responsabilidade do usuário registrado fazer o armazenamento das informações como cópia de restauração, caso ocorra algum eventual problema que impossibilite que a restauração seja feita por nossa equipe. O usuário registrado assume total responsabilidade e risco pelo uso deste serviço.
O texto destacado é a diferença entre os dois textos (Spesa x Paguei).
Você não tem nenhum lançamento.
O Spesa exibe uma mensagem quando você não tem nenhum lançamento.

O Paguei também exibe.

Adicionando lançamentos
Adicionar lançamentos no Spesa é muito simples.

Também parece ser bastante simples de fazer isso no Paguei.

Saldo e outras informações
É muito fácil visualizar a situação no mês corrente.

No Paguei, você também tem esta opção.

Mas e aí?
No início, fiquei bastante indignado com as semelhanças pois é frustrante você dedicar tanto tempo a um projeto testando diferentes formatos para ver o que funciona e o que não funciona, e vem alguém e descaradamente se "inspira" no seu produto. Por um outro lado, percebo que o Spesa está no caminho certo.
Esse é um tema bastante discutido (cópia) na lista ArqHPe tem até um site voltado somente para este assunto. De qualquer modo, o que você acha?
- Permalink
- Trackback
- Comentários (16)
- Ao som de: Anberlin – Never Take Friendship Personal
Pluralização no Rails e um pouco mais
05/02/07
Uma coisa muito comum entres as pessoas que estão começando a desenvolver em Ruby on Rails é desligar a pluralização, quase sempre para escrever os nomes dos modelos em português (codificar em português), onde as regras gramaticais são um pouco diferentes do inglês. E geralmente, isso é uma péssima idéia.
O Rails foi desenvolvido sob a máxima "Convention Over Configuration", que diz que é melhor seguir uma convenção que ter que realizar configurações para que seu aplicativo funcione. Quer usar em português? Sem problemas, mas você terá configurar as que mudar as regras de pluralização para funcionar com o português — como palavras terminas com "ção" — e se alguma regra não for satisfeita, terá que usar o set_table_name. Veja um exemplo que deixa ainda mais evidente, em termos de elegância:
@cliente = Cliente.find_by_nome "Nando Vieira"
Os "magic fields" como "created_at", "parent_id" e todos os outros terão que ser em inglês. Plugins como "acts_as_attachment", "acts_as_taggable" terão que ter os campos em inglês, a não ser que você queira modificá-los. Neste caso, boa sorte! ;)
E tem uma outra questão ligada a desenvolver códigos usando inglês ou não. Imagine que você fez um aplicativo super bacana, sucesso no mundo inteiro e uma empresinha chamada Google resolve comprar o seu projeto. Português??? Boa sorte… Pode parecer impossível, mas você simplesmente não sabe o que está por vir. E seguindo esta linha temos a parte de projetos Open Source.
Faça códigos em português e seu projeto está fadado à morte. Simples assim. Ele será usado se for muito bom e enquanto não surgir uma alternativa semelhante em inglês. Código em português só atraem colaboradores que falam português. O sentimento é o mesmo de quando você está procurando algum exemplo e cai em uma página em alemão, por exemplo. Você pode até olhar os códigos disponíveis na página, mas se uma dica estiver presente no meio do texto…
Você também abrirá portas para o mercado internacional. Hoje é muito fácil conseguir freelas no exterior. Basta ficar de olho em sites como o Programmer Meet Designer. São muito frequentes os trabalhos que podem ser realizados de qualquer lugar do mundo.
Um motivo forte para escrever em inglês? Torne seu código disponível para o mundo e abra-se para ele.
- Permalink
- Trackback
- Comentários (10)
- Ao som de: This Providence – [untitled]
